terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Entrevista com os apóstolos (Pedro, Paulo e outros)


FreePik
Era noite, e já estava chovendo. Subi as escadas daquele templo antigo, feito com pedras grandes, que tinha uma porta estreita à frente. Todos os apóstolos e alguns escritores eclesiásticos já estavam esperando em seus lugares, sentados em uma sala de reuniões grande e espaçosa, aguardando a chegada do entrevistador. Abri a porta. Não sabia se iria ser aceito, até que li uma mensagem na parte de cima da porta que dizia: “Todo o que o Pai me dá virá a mim, e o que vem a mim de modo nenhum o lançarei fora” (Jo.6:37). Entrando, me deparo com Pedro, Tiago, João e os demais apóstolos e evangelistas, incluindo Paulo. Entrei naquela sala e fui logo cumprimentando os apóstolos:

- Salve Maria!

Ao que Paulo me respondeu:

- Graça e paz da parte de Deus nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo. (2Ts.1:2)

- Paulo, é uma honra estar falando com você. Como você sabe, precisamos de mediadores como você e os outros santos para chegarmos a Deus, então...


Nisso, ele me interrompe e diz:

- Porquanto há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus. (1Tm.2:5).

- Mas, Paulo, a Igreja Católica diz que...

- “Um só mediador...”! (1Tm.2:5)

- Ok, tudo bem. Como você sabe, nós, católicos, estamos guardando a tradição apostólica há dois mil anos. E essa tradição diz que há vários mediadores entre nós e Deus, e que a própria Maria é invocada na Igreja com os títulos de advogada, auxiliadora, protetora, medianeira... (§ 969 do Catecismo Católico)

- Tende cuidado, para que ninguém o faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo. (Cl.2:8)


Nisso, o evangelista Mateus toma a palavra e diz:

- Por que transgredis o mandamento de Deus pela vossa tradição? (Mt.15:3)

Antes de me dar a chance de responder, entra alguém furioso pela porta. Seu nome era papa Gregório IX. Ele estava acompanhado de outros três senhores, e queria sentar na cadeira de Pedro, mas este não se levantou de seu lugar. Então, ele disse:

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

“Arca de Noé” que salvou família no tsunami vira atração turística na Indonésia

Divulgação

Há dez anos, quando o tsunami atingiu a Indonésia, uma família foi salva por um barco de pesca que “encalhou” no telhado da casa onde estavam. A família Basyariah estava presa em casa com a água chegando ao pescoço quando o barco, que tem sido chamado de “Arca de Noé”, foi levado pelas águas para cima da casa, o que salvou a vida de 59 pessoas. Agora, o barco se tornou uma atração turística no local.

Fauziah Basyariah conta que quando viram o barco seu filho de 14 anos fez um pequeno buraco no teto e pulou para o telhado. Ele então puxou o resto da família para fora, um a um, e todos entraram no barco. Outras pessoas se juntaram a eles, e a embarcação salvou a vida de 59 pessoas.

Se não tivesse sido por aquele barco, todos nós teríamos nos afogado, porque nenhum de nós sabia nadar – afirma Basyariah.

Quando cheguei no barco, eu só rezava e rezava. Agradecíamos a Deus pelo barco que nos salvou, mas mesmo o barco não era tão estável porque estava cheio de água, então ficamos nos segurando – completou.

Segundo a BBC, 10 anos depois da tragédia, e da salvação milagrosa da família Basyariah, a embarcação de madeira, com 25 metros de comprimento, tornou-se uma atração popular no roteiro turístico do tsunami. As placas na região apontam para “Kapal di atas rumah” (o barco sobre a casa).


“Arca de Noé”

Por toda a região atingida pelo tsunami, há relatos de cerca de 15 barcos de pesca encontrados nos telhados de casas, mas os outros já foram removidos. Zulfikar, dono desse barco, concordou em deixá-lo em cima do telhado da casa onde salvou dezenas de pessoas como um “memorial”.

Atualmente, a embarcação se tornou um ponto turístico e é reverenciada como uma “Arca de Noé”, servindo também como uma eterna lembrança do que aconteceu.

Por Dan Martins - Via Gospel+

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Natal solidário - Abrigo Cristo Rei

Estou divulgando este evento que ocorrerá no próximo domingo (dia 14). Estarei por lá - se assim Deus permitir, fotografando e ministrando uma pequena pregação as famílias e para as crianças de lé.

Mas não se iludam, o abrigo recebe doações todos os dias e todos os dias é dia de ajudar.


Mapa? Clique aqui!

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Dia da Bíblia - domingo dia 14

FreePik

Para comemorar o dia da Bíblia, descobrimos este texto fabuloso. Boa leitura:


A história de uma Bíblia.Hoje, quando vou à livraria da igreja, vejo todos os tipos de versões da Bíblia e me emociono vendo as pessoas comprarem a sua versão preferida.

Na China, durante os anos da Revolução Cultural, uma cristã, Lan Xin, da província de Líaoning, fez muitos esforços para preservar o seu exemplar da Bíblia. Veja seu emocionante relato, extraído da revista cristã mensal "Tiang Feng".

Shenyang, China - "Hoje tenho diversas Bíblias na minha prateleira. É uma maravilha ter tanta escolha, a ponto de, por vezes, não saber qual delas escolher. Mas há um exemplar da Bíblia, muito antigo e gasto, até com folhas caindo, do qual jamais vou me separar. Todas as vezes que meus olhos o vêem, lembro-me da sua história e daqueles anos terríveis...

PERSEGUIÇÃO

"Há muitos anos, houve um movimento de renovação nacional, surgido com o propósito de varrer e eliminar ‘demônios e maus espíritos’, destruir a ‘antiga cultura’ e estabelecer uma ‘nova cultura’. Mas, de acordo com as definições daqueles que participavam desse movimento, a Bíblia fazia parte da antiga cultura e precisava ser destruída. Além disso, alguns cristãos sofriam toda espécie de perseguição e, nos encontros públicos, eram ‘combatidos’, o que significava que eram denunciados e sofriam oposição. Parte da perseguição era confiscar e queimar as coleções de hinos, literatura devocional e as Bíblias dos cristãos. Quem não quisesse ter sua Bíblia queimada precisava escondê-la ou enterrá-la.

"Um dia, na primavera de 1967, vi um grupo de pessoas ir à casa de um crente e vasculhá-la em busca de Bíblias. Finalmente, não tendo encontrado nenhuma, começaram a examinar o assoalho. Um dos homens começou a escavar exatamente no local onde eu sabia que as Bíblias haviam sido enterradas. Fiquei tão preocupada, que mordi meu lábio inferior até sangrar. Mas mantive-me em oração, pedindo a Deus proteção e paz para aquela família. Aquele incidente despertou medo na comunidade, e algumas pessoas decidiram que era mais seguro enterrar suas Bíblias secretamente. Eu era apenas adolescente, mas via pessoas adultas, que realmente amavam a Deus, sentindo-se ameaçadas a ponto de fazer uma coisa tão estranha como aquela.

IMPRESSÃO PROFUNDA

"Minha mãe, no entanto, pensava diferente. Para ela, a Bíblia era mais importante que ouro, prata ou qualquer riqueza, até mesmo mais preciosa que a vida. Ela era incapaz de queimar sua Bíblia. Entre os fatos de minha infância que ficaram gravados em minha memória, está a lembrança de minha mãe ao chegar do trabalho todos os dias. Quando tinha algum tempo livre, pegava sua Bíblia e começava a ler. Ela lia até tarde da noite. E, quando eu acordava no dia seguinte, ela já estava lá sentada, lendo sua Bíblia novamente. Essa rotina causou em mim profunda impressão e curiosidade a respeito do conteúdo desse livro. Quando aprendi a ler, senti pessoalmente a doçura da Bíblia e me deliciei com o seu conteúdo.

DIAS DE EXPURGO

"Na época em que as Bíblias estavam sendo queimadas, tentamos esconder nossos exemplares em casa. Escondíamos nossas Bíblias debaixo do fogão. Era um tempo de grande ansiedade. Um crente foi acusado publicamente e pressionado para dar o nome da nossa família. O chefe da organização em que trabalhávamos nos chamou ao seu escritório repetidas vezes para lhe darmos explicações. A nossa situação tornou-se perigosa e estávamos sentindo medo. Se queimássemos os livros, o problema desapareceria. Mas não pensávamos fazer isso. Decidimos orar e pedir orientação ao Senhor Jesus.

"Resolvemos enterrar as Bíblias num canteiro do jardim de nossa casa. Embrulhamos cada Bíblia cuidadosamente em plástico e as colocamos sob as raízes das plantas, recolocando a terra de modo que nada parecesse alterado. Pensávamos que teríamos paz.

"Certa noite, o Comité do Bairro, repentinamente, convocou uma reunião em que todos deveriam comparecer. Foram feitas graves acusações contra os crentes. ‘Todas as coisas reacionárias precisam ser combatidas, do contrário não conseguiremos eliminá-las’, disse o líder. ‘Todas as pessoas presentes que forem crentes devem dar espontaneamente seus nomes, do contrário faremos com que confessem à força...’

"Quando voltamos daquela reunião, pude notar que mamãe estava preocupada. É melhor encontrar um local mais seguro para aquelas Bíblias, longe da nossa casa, disse ela. Na noite seguinte, bem tarde, assegurando-me de que não estava sendo observada por ninguém, desenterrei as Bíblias, coloquei-as num saco e saí pela noite levando comigo uma pá e o saco nos ombros, como se fora um ladrão.

QUE FAZER?

"Em que local esconde-las? À medida que ia andando, pedia a Deus e sentia lágrimas escorrendo em meu rosto:

‘Senhor! É da tua vontade que isso aconteça? O que devo fazer?..’ Subitamente, vi um trem passando; eu havia chegado até a estrada de ferro. Resolvi enterrar as Bíblias ao lado dos trilhos, no meio do capim que ali havia. Escavei um buraco e enterrei o saco com as Bíblias. Marquei o local com um pedaço de tijolo. Fiquei ali parada até que um vento soprou-me no rosto. Estremeci. Parecia que estava acordando de um sonho. Voltei para casa e agradeci a Jesus a sua direção e proteção. Chegando à minha casa, contei para minha mãe o que tinha feito, e ela só repetia: ‘Graças a Deus!’

MUDOU

"Anos mais tarde, o ambiente político mudou o suficiente para que se tornasse seguro ir desenterrar as Bíblias. Lembro-me de que isso ocorreu num mês de outubro. Estava frio quando fui desenterrar as Bíblias. Voltei logo para casa com a preciosa carga. Mamãe voltou a ler e estudar. Posteriormente, foram empreendidos esforços no sentido de que a Bíblia voltasse a ser publicada dentro da China. Eu fiquei muito feliz com essa notícia. Nossa família era constituída por quatro pessoas, e nossa renda mensal era de cem yuans (cerca de 15 Reais). Não tive dúvida em doar 100 yuans durante a coleta para publicação da Bíblia na China.

"Hoje, quando vou à livraria, vejo todos os tipos de versões da Bíblia e me emociono vendo as pessoas comprarem a sua versão preferida. Deus é verdadeiramente grande. Temos de guardar preciosamente a sua Palavra e devemos estudar e distribuir a Bíblia com mais entusiasmo do que e nunca."

Testemunho extraído do Boletim World Report UBS, nº 333 setembro 1998 (texto condensado).
Fonte: http://www.icrvb.com/gospel/a-historia-de-uma-biblia/858

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Culto da Canaã ao vivo - e gravações!


Divulgação

A Assembleia de Deus Canaã - Pr. Jecer Góes, está transmitindo os cultos ao vivo através da internet. É uma ótima oportunidade para que você, que nunca assistiu um culto evangélico.
E nos outros horários, temos diversos outros sermões. Confira.

Cultos ao vivo

Quartas: 19hrs
Domingos: 18hrs

Se preferir, também poderá assistir a programação do nosso blog acessando a mídia ao lado.

Confira no link:
 http://www.livestream.com/canaanews

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Após receber visita de pastor, testemunha se retrata e dois inocentes que estavam presos há 39 anos recebem a liberdade

Divulgação

Dois homens que ficaram presos por quase quarenta anos receberam sua liberdade na última semana, após serem inocentados de um assassinato em 1975 por que a testemunha chave contra eles retratou seu testemunho. A testemunha, que tinha apenas 13 anos na época do suposto crime, se retratou de seu testemunho após receber a visita de um pastor evangélico.

As acusações contra Ricky Jackson, de 57 anos, e Wiley Bridgeman, de 60 foram retiradas por um juiz de apelação civil do condado de Cyyahoga. Segundo informações da Agência Express, a testemunha voltou atrás em seu testemunho no ano passado e revelou que investigadores da polícia de Cleveland o forçaram a testemunhar que os dois, juntamente com o irmão de Bridgeman, assassinaram o empresário Harry Franks em 19 de maio de 1975.

Ronnie Bridgeman, de 57 anos, e que agora se chama Kwame Ajamu, foi solto da prisão em janeiro de 2013 e compareceu à audiência que resultou na soltura de seu irmão e de Ricky Jackson, que falou sobre como se sente após ser inocentado do crime pelo qual pagou injustamente por quase 40 anos.

– A língua inglesa nem serve para descrever o que estou sentindo. Estou eufórico. Você se senta na prisão por tanto tempo e pensa nesse dia, mas quando ele realmente chega você não sabe o que vai fazer, você apenas quer fazer alguma coisa – disse Jackson ao ser liberto.

O processo de três anos que levou às libertações dos três inocentes se iniciou após uma reportagem publicada na revista Scene em 2011, que detalhava as falhas no caso, incluindo o questionável depoimento de Eddie Vernon, que agora tem 52 anos. Vernon não se retratou sobre seu testemunho até ser visitado por um pastor em um hospital em 2013.

Durante uma audiência sobre Jackson na terça, Vernon caiu no choro e descreveu as ameaças que sofreu por parte dos investigadores e falou do peso da culpa que carregou por tanto tempo.

Ao comentar sobre a mudança do testemunho de Vernon, Jackson afirmou que não guarda rancores dele e disse que “foi preciso muita coragem para fazer o que ele fez”.

– Ele esteve carregando um fardo por 39 anos, assim como nós. Mas, no final, ele se arrependeu, e sou grato por isso – afirmou.

Por Dan Martins - Via Gospel+

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Voluntário cristão de 90 anos é preso pela segunda vez por alimentar moradores de rua

Divulgação

O cristão Arnold Abott, 90 anos, um advogado aposentado de Fort Lauderdale, na Flórida (EUA), foi preso novamente por distribuir refeições prontas a moradores de rua e pessoas em dificuldades financeiras.

Essa é a segunda vez que o ativista social é preso pelo mesmo “crime”. Na semana passada, Arnold foi preso juntamente com dois pastores que o ajudavam na distribuição das refeições.

Em Fort Lauderdale, a prefeitura sancionou uma lei que proíbe a distribuição de refeições a moradores de rua em áreas próximas a residências. A mesma lei exige que um banheiro químico seja disponibilizado às pessoas que forem receber as refeições pelas entidades que se prestam a esse tipo de assistência.

Como a organização sem fins lucrativos que Arnold Abott dirige não tem condições de comprar e manter um banheiro químico, ele agora entrou na mira dos policiais, e já foi preso duas vezes por não disponibilizar a estrutura exigida pela legislação local.

Estou muito entusiasmado e humilhado”, disse Arnold ao comentar que sua situação chamou a atenção da opinião pública. “A boa notícia é que há uma pressão sobre a cidade de Fort Lauderdale para fazer algo a respeito de uma lei que não é apenas injusta, é repressiva. Nós ouvimos [sobre a repercussão da prisão] em todos os continentes. A última que ouvi foi do Quênia e Moscou. Já ouvi falar da América do Sul, do Canadá, três jornais do Reino Unido”, listou o advogado aposentado.

A opinião pública tem se voltado contra o prefeito da cidade, Jack Seiler, que sancionou a lei e argumentou a favor da regra. Recentemente, numa entrevista, o prefeito afirmou que a função de prestar assistência social é da prefeitura: “O senhor Arnold decidiu que essas pessoas não devem procurar uma ajuda do governo, e que eles podem ser alimentados nos parques. Nós discordamos”.

De acordo com o Christian Headlines, após a segunda prisão, Arnold resumiu a situação: “É nosso direito alimentar as pessoas. É o nosso direito presente na Primeira Emenda [da Constituição] e eu acredito na paternidade de Deus e da irmandade dos homens, e que devemos ser autorizados a alimentar nossos semelhantes”.


Por Tiago Chagas - Via Gospel+