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segunda-feira, 7 de março de 2016

"Ai de mim se não pregar o evangelho!"



  
"Contudo, quando prego o evangelho, não posso me orgulhar, pois me é imposta a necessidade de pregar. Ai de mim se não pregar o evangelho!" (1 Coríntios 9:16)

Você pode me conhecer apenas das redes sociais, ou pode fazer parte do meu círculo de amigos mais próximos. Pode nunca ter me conhecido, mas está agora lendo este texto que, de uma forma ou de outra, chegou até você, que você pode chamar de coincidência, mas eu chamo de providência divina. Não importa. O importante é que eu preciso pregar o evangelho. Mas o que você tem haver com isto?

Fico triste quando vejo pastores e irmãos pregarem sobre a teologia da prosperidade (escreverei um texto sobre isto em breve), mas esquecem-se de que a real prosperidade é ser reconhecido não pelos bens que Deus pode nos dá, mas pelo caráter e a honra de levar o nome de Jesus Cristo em nossas vidas.

Fico revoltado, quando escuto falar de "servos" fazendo exigências de poltronas de primeira classe em voos para falar sobre este amor incondicional que é o amor de Deus. Lembro que certa vez assisti um documentário sobre Bill Gates que viajava na classe econômica mesmo depois de ter se tornado o homem mais rico do mundo.

Grito Maranata! Maranata!... quando fico sabendo de "homens de Deus" cobrando por suas pregações:
"Curai os enfermos, limpai os leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça dai." ( Mateus10.8)
Todos aqueles que pregam a Palavra de Deus na noite antes de suas pregações, deveriam dormir no chão sobre panos velhos para saber o quanto são pequenos, para se humilharem perante o Senhor dos Senhores e se regozijarem por terem a graça de falar sobre Deus sendo meros coadjuvantes do plano da salvação.


Por isso, criei este pequeno texto e o banner pois tenho - como diz o versículo acima: "...a necessidade de pregar..." sobre Jesus Cristo. Peço então encarecidamente que TODOS os que assim como eu reconhecem que precisamos despertar muitos irmãos que dormem nas igrejas (literalmente), que sabem que a volta de Cristo é eminente e que devemos "pregar o evangelho a toda criatura" (Marcos 16.15), que espalhem esta mensagem nas redes sociais, nas igrejas, nas comunidades, por todos os lugares.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Armarinho do céu

FreePik

O título da postagem daria um excelente título para um livro, mas não falo de algo que possa estar no paraíso, mas falo de pastores e irmãos de fé que, de uma forma absurda, vinculam a salvação em Cristo Jesus ou conquistas pessoais ao comércio de objetos.

O “armarinho do céu” inclui "terrenos" - no próprio céu, passando pelo andar das canetas ungidas para aprovação em concursos. Não se esquecendo de passar pelo corredor das meias, gravatas e camisas que farão todas as transações comerciais darem certas ao serem usadas por seus possuidores.

O reino de Deus na teoria da prosperidade mercantilista dá a impressão que devemos antes cuidar do corpo – pendurando objetos ungidos, e somente depois nos preocuparmos com Deus. É como se Deus precisasse de alguma coisa para ser, vejamos... Deus.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

"O $how tem que parar."

O pastor Paulo Siqueira (foto), organizador de protestos durante a Marcha para Jesus, e que chegou a ser agredido em uma das edições do evento, afirmou em entrevista que “está acontecendo um mover em prol de uma Reforma em tudo, pois a verdade precisa prevalecer”, referindo-se ao movimento evangélico brasileiro.

Siqueira, que é pastor licenciado da Igreja do Evangelho Quadrangular, entende que o evento que atrai milhões de pessoas virou “palanque político”, e se tornou um mercado de negócios “e lucros para gravadoras”.

Na entrevista ao site Folha Renascer, afirmou que “Silas (Malafaia), (Edir)Macedo, (Estevam) Hernandes, Valdemiro (Santiago), Renê (Terra Nova), R. R. Soares, apesar de estilos diferentes, são todos farinha do mesmo saco: utilizam-se do pragmatismo em seus ministérios. Todos vivem e pregam suas verdades absolutas, e seus ministérios têm um único sentido: a exaltação do eu e a supremacia do ego humano”.