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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Podemos ajudar os nossos irmãos perseguidos!

Divulgação

Meriam Yehya Ibrahim já está livre e segura. Mas desgraçadamente numerosos homens, mulheres, crianças, bebês e idosos cristãos continuam sendo perseguidos em países como Iraque, Síria, Nigéria, Camarões, Sudão, Paquistão, Somália e Egito. Três quartos dos países do mundo mantêm algum tipo de discriminação contra cristãos.

Os cristãos são forçados a abandonares suas casas. Outros, como Asia Bibi, estão presos por suposto delito de “blasfêmia”. Suas igrejas são queimadas e os fiéis são assassinados sistematicamente. As meninas cristãs são seqüestradas e obrigadas a contrair matrimônio contra a sua vontade.
Trata-se de um verdadeiro genocídio. 80% da discriminação por motivos religiosos ocorre com os cristãos. A cada ano 100.000 cristãos são assassinados. Um a cada cinco minutos!

Enquanto no Oriente os cristãos são discriminados e perseguidos, no Oriente são discriminados. O Observatório contra a Intolerância e a Discriminação identificou 41 leis de 15 países europeus que restringem a liberdade de religião, consciência ou reunião entre os cristãos.

Na França, por exemplo, 84% dos atos de vandalismo tiveram como alvo locais cristãos, segundo informes do ministério do interior francês.

A União Européia deve assumir sua responsabilidade na defesa da liberdade religiosa. O semestre da presidência italiana no Conselho da Europa é uma oportunidade, já que o governo italiano afirma ter em sua agenda a defesa e a promoção da liberdade religiosa e a luta contra a violência e a discriminação por motivos religiosos.

Há muitas possibilidades de que por fim algo seja feito. Já há vários documentos da União Européia que tratam da liberdade religiosa:
  • Resolução 1928 (2013) e 1957 (2011) da Assembléia Parlamentar do Conselho da Europa
  • Documento 3.309 da reunião dos dias 14 e 15 de abril de 2014 do Conselho da Europa.
  • Conclusões do Conselho da União Européia do dia 12 de abril de 2012.
  • Documento 3069 do Conselho de Assuntos Exteriores do dia 21 de fevereiro de 2011.
  • Reuniões do Conselho de Assuntos Exteriores do dia 31 de janeiro e do dia 10 de abril de 2011.
Sua mensagem chegará a:
  • Matteo Renzi, presidente da Itália e presidente do semestre do Conselho da Uniãpo Européia.
  • Federica Mongherini, ministra de Assuntos Exteriores Italiana.
  • Elman Bros, presidente do Comitê de Assuntos Exteriores do Parlamento Europeu.
  • Herman van Rompuy, presidente do Conselho da Europa

 

Assine a petição:

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Como a Igreja Católica tratava a Bíblia

FreePik

Nos dias de hoje, no mundo democrático em que vivemos, a Igreja Católica Romana libera a leitura da Bíblia aos seus fieis, incluindo em língua vernácula (embora ainda não libere o livre exame). Porém, a intensificação da leitura bíblica e o apego a essa prática não se deu senão após a Reforma Protestante, que buscava nas Escrituras a verdade apostólica e passou a apoiar a leitura da Palavra de Deus.

O mundo, enquanto sob o jugo da Igreja Romana, vivia em trevas. O povo, sem as divinas Escrituras traduzidas em sua língua. E o clero, cada vez mais explorando a ignorância deste povo. Neste artigo, iremos passar algumas evidências irrefutáveis de que a Igreja Católica proibiu a leitura da Bíblia e lutou ao máximo contra a divulgação dela. Começaremos com o Concílio de Tolosa (1229), que categoricamente declarou:
“Proibimos os leigos de possuírem o Velho e o Novo Testamento... Proibimos ainda mais severamente que estes livros sejam possuídos no vernáculo popular. As casas, os mais humildes lugares de esconderijo, e mesmo os retiros subterrâneos de homens condenados por possuírem as Escrituras devem ser inteiramente destruídos. Tais homens devem ser perseguidos e caçados nas florestas e cavernas, e qualquer que os abrigar será severamente punido” (Concil. Tolosanum, Papa Gregório IX, Anno Chr. 1229, Canons 14:2)
Os leigos eram proibidos de lerem as Escrituras Sagradas em sua própria língua e até mesmo de possuir a Bíblia. Tais homens que tivessem uma Bíblia em casa deveriam ser condenados, caçados, inteiramente destruídos, perseguidos e caçados nas florestas e cavernas.

Nesta época de trevas, a Igreja Católica, a serviço de Satanás, lançava dura perseguição contra o povo de Deus que se apegava às Escrituras, que tinha que buscar locais de esconderijo em retiros subterrâneos para poderem ler a Bíblia, mas a Igreja Católica ordenava caçar e perseguir tais homens até nas cavernas ou em qualquer outro lugar, até serem destruídos por completo.