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segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Quem o Papa pensa que é?

Atitudes como estas são no mínimo de enojar qualquer cristão que busca na Palavra de Deus o caminho para a salvação.



Lembro que quando iniciou o seu mandato, o Papa Francisco foi apontado como um defensor do homossexualismo, tanto que muito amigos católicos do meu último emprego disseram que se ele absorvesse a causa homossexual, sairiam da igreja católica. Pois bem, espero vocês na minha igreja.

Qual o motivo?

Estava tomando café da manhã e seria um dia como outro qualquer, mas no final do jornal da Globo News, uma reportagem me chamou a atenção. A reportagem mostrava uma carta recebida por um casal homossexual brasileiro enviada pelo Papa Francisco em que "invocando para a sua FAMÍLIA  a abundância das graças divinas, a fim de viverem constante e fielmente a condição de CRISTÃOS, como bons filhos de DEUS [...]".


Não sou contra os homossexuais, aprendi a amá-los e respeitá-los no momento em que tive uma turma de aproximadamente quinze alunos na qual muitos eram homossexuais. Respeito a todos e os amo tanto que peço muito a Deus que me dê sabedoria para conversar com eles sobre Deus. Mas há coisas, que não posso ficar calado. E o problema aqui não é contra eles mas sim contra a ICAR (Igreja Católica Apostólica Romana), que de um tempo para cá está se mostrando "aberta" demais para questões tão delicadas. E deixando de mostrar aquilo que Deus deixou claro.

O que deveria ter?

Não sei, mas na Bíblia há bastante versículos que condenam a prática do homossexualismo¹ (de uma forma geral), mas parece que o Monsenhor Paolo Borgia, ou esqueceu dos versículos, ou não leu a carta do casal e respondeu no famoso "copiar e colar" ou ainda a carta é uma fraude.


É bem certo que a carta não foi respondida diretamente pelo Papa Francisco. Então, o
Monsenhor Paolo Borgia, pode ser um dos defensores do homossexualismo da ICAR. Ou, quem sabe se a carta teve o aval do Papa Francisco, então estamos com problemas do que é seguira a Bíblia.

Na minha opinião poderia ter algum trecho em que alertasse ao casal que, embora a igreja não condene tal ato (que já é um absurdo), eles terão que prestar conta de seus atos a Deus. Ou quem sabe uma mensagem para abandonarem os seus pecados e terem uma vida dedicada a Deus e seus mandamentos. Não sou eu que condeno, pois nada sou e nunca serei digno que condenar algo de alguém, mas Deus, este sim condena e não podemos ficar calados pelo fato de que, se somos cristãos sinceros, nos preocupamos com as almas e nos entristecemos pela eminente condenação.

O que pode ser feito?

Orar e orar! Sim, orar para que o casal possa ser alcançado pelo Espírito Santo de Deus e que abram os seus corações de maneira que se arrependam dos seus pecados e busquem o amor verdadeiro que só encontramos em Cristo.

Apelo

Fica aqui o meu apelo aos meus amigos católicos para não deixarem que o nome de Deus seja tão envergonhado como o Monsenhor Paolo Borgia representando o Papa Francisco e a ICAR o fez. E se você foi um daqueles amigos que declarou a sua saída da ICAR se a mesma endossasse o apoio a tal prática abominável aos olhos de Deus, com certeza terá uma igreja evangélica perto de sua casa, ou se preferir, venha para a que eu congrego, basta entrar em contato que terei muita felicidade de lhe mostrar "a verdade".

Graça e paz.



1 - https://www.bibliaon.com/homossexualismo/

quinta-feira, 25 de junho de 2015

A única cor que precisamos é a cor vermelha do sangue de Cristo.


Imagem: Sangue de Cristo

"A única cor que precisamos é a cor vermelha do sangue de Cristo."

Fico muito feliz quando a humanidade compartilha a defesa de uma causa. Mas não é por isso que todos devem aderir. Por isso, mudei a minha foto de perfil com o tema "A única cor que precisamos é a cor vermelha do sangue de Cristo." Mas por que?

Jesus Cristo foi o único a fazer um sacrifício real por todos. Até mesmo por aqueles que não acreditam Nele - se for o seu caso, sua leitura para por aqui, boa sorte. Mas se você acredita - do seu jeito em Deus, peço que leia o que escrevo até o final.

Não vou aqui dizer que é errado apoiar isto ou aquilo, o que me incomoda é que temos tantas coisas a compartilhar que até parece que a última coisa sempre é Deus.

Os verdadeiros cristãos, não saem aos gritos: "Você vai para o inferno!" "Isso é pecado!" Longe disso, o verdadeiro servo de Deus convida o irmão (pecador ou não) para falar das maravilhas do amor de Deus. Não julgamos, não apontamos, mas não nos calamos.

Admiro os pastores e irmãos que se quer debatem sobre o assunto, ficar em cima do muro ao meu ver não é o ideal, também sair agredindo de qualquer forma nunca foi o que Cristo nos pediu. Então o que fazer?

Se você ver seus "amigos" mudando as suas fotos de perfil em pról da campanha "colorida", convido você a mudar a foto do seu perfil para esta que está em meu perfil. Perceba que não há nome de igreja, apoio, endossado, não, nada, apenas um gesto simbólico para mostrar que há pessoas que acreditam na família tradicional. Acreditam no que está escrito na Bíblia. Acreditam que Deus ama o pecador mas abomina o pecado.

Bem, agora é com cada um de vocês. Finalizo com uma frase, não bíblica, mas de muita sabedoria:

"O que me preocupa não é nem o grito dos corruptos, dos violentos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética... O que me preocupa é o silêncio dos bons."
Martin Luther King

Que Deus abençoe a todos.

domingo, 22 de março de 2015

Após beijo gay e boicote de evangélicos, Babilônia despenca em audiência e preocupa Globo

Divulgação

A novela Babilônia vem registrando péssimos índices de audiência para o padrão que a TV Globo se acostumou a alcançar no horário das 21h com seus folhetins, e boa parte dos jornalistas especializados atribui o fato a um boicote dos evangélicos.

A substituta de Império estreou no dia 16 de março com 33 pontos de audiência, e na terça-feira, marcou 32 e no dia seguinte, 29 pontos segundo medição do Ibope. Como comparação, o último episódio da novela do comendador e sua trupe havia marcado 44 pontos.

Segundo o site TV Foco, os números alcançados no terceiro episódio de Babilônia são inferiores até mesmo aos da novela Em Família, de Manoel Carlos, que foi considerada como a de mais baixa audiência na história da Globo. Em seu terceiro capítulo, Em Família havia alcançado 29,2 pontos, já Babilônia conquistou apenas 26,4 pontos de média, com 28,2 de pico.

Não é um número bom para a semana de estreia. Dizem (nos bastidores) que o público mais conservador está fugindo da novela, principalmente os evangélicos (que já estariam organizando um boicote à trama). A cena do beijo entre Teresa (Fernanda Montenegro) e Estela (Nathália Timberg) teria sido o principal problema”, escreveu a jornalista Janaína Nunes, no portal Yahoo!.

O título e o conteúdo da novela escrita pelo trio Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes recebeu muitas críticas de alguns dos principais líderes evangélicos pentecostais, como os pastores Silas Malafaia e Marco Feliciano.

Malafaia disse que a TV Globo “é a principal patrocinadora do homossexualismo” no Brasil, criticando a cena em que duas personagens lésbicas se beijam. Já Feliciano destacou que “não assiste novela” e observou que poderia processar a emissora: “A Globo já demonstrou seu apadrinhamento ao movimento gay. Virou moda. O público é adulto, eu ficaria preocupado e agiria nos rigores da lei caso fosse passado em horários onde crianças tivessem acesso”.

Nas redes sociais, começam a circular imagens incentivando os evangélicos a boicotarem a novela justamente por causa de seu conteúdo. “Apologia ao mal. Produzida para destruir famílias. Compartilhe, não dê espaço para esta ameaça com cara de diversão. Não assista”, incentivou o senador Magno Malta (PR-ES).


Por Tiago Chagas - Via Gospel+


E mais

Abaixo nota de repúdio contra o beijo:

Clique na imagem para ampliar

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Casos de Família: Marisa Lobo e ex-travestis falam sobre abandono da homossexualidade; Assista

Divulgação

A psicóloga Marisa Lobo participou do programa Casos de Família, no SBT, onde falou sobre a possibilidade de um homossexual mudar de comportamento e passar a ser hetero.

O programa, popularesco, é conhecido pelas brigas e polêmicas instigadas pelos temas e pela apresentadora, Christina Rocha.

Na edição em que Marisa Lobo participou, o tema era “Existe Cura Gay?”, e além da psicóloga haviam dois ex-travestis e gays e lésbicas. Após a gravação, Marisa usou as redes sociais para dizer que “a baixaria ficou por conta dos outros convidados”.

Nossa participação foi digna, apesar do ‘estilo’ do programa”, acrescentou Marisa Lobo.

Durante o programa, exibido no último dia 29 de outubro, Christina apresentou os convidados e o primeiro ex-travesti, Fernando, foi homossexual por 12 anos e atualmente é casado.

Questionado pela apresentadora se existe “cura gay”, Fernando respondeu que o que acontece é uma mudança de comportamento: “Boa tarde plateia, boa tarde Christina. Na realidade, não existe ‘cura gay’, existe a transformação de um gay que estava num estado homossexual e deixou esse estado, voltou a ser hetero”, afirmou.

A psicóloga Marisa Lobo afirmou que não existe “cura gay” porque a homossexualidade não é definida como uma doença.

Nós aceitamos a pluralidade sexual, e com base nessa pluralidade mesmo é que o meu paciente manda na terapia. Quem manda na terapia não é o Conselho de Psicologia, é o meu paciente. E a ele, é dado o direito de sigilo e de escolha. Então se ele [paciente] chega num sofrimento psíquico dentro do meu consultório, eu vou atender esse sofrimento, ainda que seja o desejo dele de mudar a sua condição, orientação e opção. O que eu não posso como terapeuta, psicóloga, é oferecer tratamento, mudança, dizer que tem cura. Eu não posso dizer que homossexualidade é doença, mesmo porque eu, Marisa Lobo, nunca disse e nunca acreditei que fosse. A palavra ‘doença’ foi retirada da Associação de Psiquiatria e Psicologia Americana já nos anos 1970. Então, nós não vemos dessa forma”, disse.

Assista

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Ativistas seminuas usam cruz e coroa de espinhos para pedir legalização do aborto em frente a templo

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Um grupo de ativistas gays usou símbolos religiosos do cristianismo durante um protesto chamado “beijaço” em frente a um templo católico no Rio de Janeiro, e causou grande indignação nas redes sociais.

O protesto dos militantes LGBT era contra a forma que a fé cristã se posiciona sobre a homossexualidade e contra o candidato à presidente Levy Fidelix (PRTB), que afirmou em rede nacional durante o debate promovido pela TV Record que “dois iguais não fazem filhos”.

As ativistas Sara Winter e Bia Spring estavam seminuas, coladas a uma cruz de papelão e com uma coroa de espinhos sobre a cabeça, e se beijaram em frente à Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro. No alto da cruz, uma placa com a sigla “LGBT” ocupava o lugar da inscrição I.N.R.I. (acrônimo de Iesus Nasarenus Rex Iudaeorum, do latim, “Jesus Nazareno Rei dos Judeus”).

Há uma grande quantidade de candidatos e políticos eleitos que estão diretamente envolvidos com instituições religiosas, sobretudo cristãs, que tanto atrasam o desenvolvimento de nossa política, principalmente com relação aos direitos reprodutivos da mulher e também às políticas públicas voltadas para o público LGBT”, disseram as ativistas ao jornal O Dia.

O uso de símbolos cristãos em passeatas e manifestações de ativistas gays não é novidade. Outros militantes homossexuais já se valeram do mesmo expediente durante a Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro em 2013, e na presença de diversos fiéis católicos, quebrou símbolos de fé da denominação.

Anos atrás, o pastor Silas Malafaia usou seu programa de TV para denunciar o uso de referências aos santos católicos durante a Parada Gay em São Paulo.

Isto é discriminação religiosa! A cruz é o símbolo do cristianismo! Cadê o Ministério Público que não vê este absurdo? Por que eles podem tudo? Mas se fossemos nós só pelo fato de não concordarmos com a prática homoafetiva seríamos taxados como homofóbicos. Dois pesos, duas medidas. Respeito a diferença”, disparou a internauta Teresinha Neves em sua página no Facebook.


Por Tiago Chagas - Via Gospel+

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Igreja Católica deverá acolher gays e divorciados que a busquem, diz documento sobre família

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O propósito do papa Francisco de promover uma reforma na Igreja Católica que a torne mais inclusiva e próxima da realidade da sociedade está sendo levado adiante, e um documento com as bases dessa reforma passará a ser discutido durante a 3ª Assembleia Geral Extraordinária do Sínodo dos Bispos sobre a Família.

A reunião dos sacerdotes católicos deverá ratificar, dentre outros, dois itens que constam do relatório precedente ao debate: a definição de que divorciados pertencem à Igreja e que os homossexuais não devem ser discriminados.

Durante duas semanas os padres sinodais, bispos com voz e voto na assembleia, debaterão o assunto, com a missão de chegar a um consenso que permita à Igreja Católica ser vista de forma mais inclusiva por seus seguidores e acolher os que hoje são ignorados por conta da doutrina atual.

De acordo com informações da revista Exame, o texto aponta que há amplo consenso de que as “pessoas de tendência homossexual não devem ser discriminadas, como recalca também o Catecismo da Igreja Católica”.

Porém, o cardeal húngaro Peter Erdo, presidente-delegado do Sínodo, frisou que o relatório deixa claro que a pregação contra a discriminação dos homossexuais não significa que a Igreja Católica vá aceitar “uma equiparação destas relações [homossexuais] com o casamento entre homem e mulher”.

Com relação aos divorciados, haverá um capítulo especial sobre aqueles que voltam a se casar. Para os bispos, esse “é um dos desafios pastorais mais prementes” que a Igreja tem em mãos, e deve cuidar “deles de modo especial”.

Os divorciados recasados civilmente pertencem à Igreja, precisam e têm o direito de ser acompanhados por seus pastores”, diz o relatório, que prevê que os “recasados” sejam convidados a fazer parte da Igreja, ouvindo a Palavra de Deus, participando da liturgia e das orações, além de realizar obras de caridade.


Por Tiago Chagas - Via Gospel+

terça-feira, 23 de setembro de 2014

O médico Drauzio Varella critica pastores que se opõem ao casamento gay: “Procure um psiquiatra, você não tá legal”

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O médico Drauzio Varella publicou recentemente um vídeo no qual critica a postura de pastores evangélicos que são contra o casamento gay, e que classificam a homossexualidade como um pecado contra Deus.

No vídeo, publicado em seu canal no YouTube, o médico afirmou que a “homossexualidade é uma ilha cercada por ignorância por todos os lados”, e questionou qual diferença faria na vida dos pastores o fato de as pessoas ao seu redor terem atração por pessoas do mesmo sexo.

- A homossexualidade é uma ilha cercada de ignorância por todos os lados. Qual é a ideia que as pessoas que se opõe à homossexualidade fazem dela? De que mulheres e homens, num dado momento da vida pensam assim: ‘Ah, eu sou heterossexual, mas como eu sou sem vergonha eu vou então abraçar a homossexualidade’ – afirmou o médico, que classificou tal linha de pensamento como “uma estupidez”.

- Ninguém decide a própria sexualidade. Você é heterossexual? Quando é que você decidiu ser heterossexual? – questionou Varella, afirmando que a sexualidade se impõe à pessoa.

Drauzio Varella afirmou ainda que aqueles que veem a homossexualidade como uma “aberração da natureza” o dizem por ignorância, e afirma que tal comportamento não é exclusivo dos seres humanos, tendo sido documentada em praticamente todos os animais vertebrados.

- A homossexualidade é um tipo de comportamento sexual tão respeitável quanto a heterossexualidade. Discriminar os homossexuais por causa do próprio comportamento, por causa do tipo de desejo que eles têm, é uma ignorância absurda – argumentou Drauzio Varella, afirmando que se pode controlar o comportamento, mas não o desejo humano, que ele classifica como “incontrolável”.

O médico também criticou diretamente pastores e líderes religiosos que se opõem à homossexualidade, afirmando que estes não tem o direito de impor sua ideologia sobre toda a sociedade.

- Aqueles que são visceralmente contra, estes pastores de almas que acham que a homossexualidade é um crime, que é um pecado contra a natureza, contra Deus, que coloquem fora da igreja deles as pessoas quem tem esse tipo de comportamento. Mas não podem ter o direito de impor isso contra nós, eles não podem ter o direito de achar que a sociedade inteira tem que ser contra o casamento gay – criticou Varella.

- Eu vou te perguntar uma coisa: que diferença faz pra você, pra sua vida pessoal, se o seu vizinho dorme com outro homem, se a sua vizinha é apaixonada pela colega de escritório? Que diferença faz pra você? – questionou o médico.

- Se faz diferença, procure um psiquiatra, você não tá legal – finalizou.


Por Dan Martins - Via Gospel+

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Pesquisa mostra que a maioria dos brasileiros é contra o casamento gay e a legalização do aborto e da maconha

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Um levantamento realizado pelo instituto de pesquisa Ibope revelou que a maioria dos brasileiros é contra a legalização do aborto e da maconha, e a liberação do casamento gay.

A pesquisa foi realizada paralelamente à aferição das intenções de voto nos candidatos a presidente que foi divulgada na noite de ontem pelo jornal O Estado de S. Paulo e pela TV Globo.

79% dos brasileiros é contrário à legalização do aborto, enquanto que 16% se diz à favor. O tema é uma das principais bandeiras de partidos de esquerda e movimentos feministas, e foi o centro de uma das principais batalhas travadas pela bancada evangélica nos últimos quatro anos.

O mesmo índice se repete no quesito liberação da maconha: 79% a favor e 16% contra. O tema vem sendo debatido de forma mais frequente na sociedade como uma sugestão de combate ao tráfico de drogas, que tem na maconha seu produto mais popular. Os argumentos favoráveis à descriminalização da erva apontam para uma possível redução dos crimes cometidos para torná-la disponível aos usuários. Os contrários, apontam os danos à saúde que o consumo em excesso pode causar.

O casamento gay é motivo de divisão na sociedade brasileira: 53% manifesta opinião contrária à liberação da união entre pessoas do mesmo sexo, enquanto 40% defende a ideia de que homossexuais têm esse direito. Recentemente, o tema foi motivo de polêmica na campanha de Marina Silva (PSB), com críticas dos ativistas gays ao programa de governo da candidata.

segunda-feira, 10 de março de 2014

Papa Francisco sugere que a Igreja Católica poderia tolerar a união civil gay

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Durante uma entrevista ao jornal italiano Corriere della Serra, o papa Francisco comentou sobre a união civil entre casais homossexuais. O pontífice afirmou que a Igreja Católica poderia aceitar tal modalidade de união como um meio termo para prover proteção legal para casais gays.

Embora tenha reafirmando que o matrimonio é entre homem e mulher, o papa observou que “é necessário olhar para os diferentes casos e analisá-los em sua singularidade”, para determinar como a igreja entenderá essa “tendência mundial”. De acordo com o site Acontecer Cristiano, ele disse ainda que é possível que o catolicismo se abra a novas formas de união civil.

- Os estados leigos precisam justificar a união civil a fim de regular as diversas situações de coabitação, motivados pela necessidade de regulamentar os aspectos econômicos entre as pessoas, como, por exemplo, assegurando a assistência médica – afirmou o líder católico.

O professor de teologia Massimo Faggioli, da Universidade americana de St. Thomas, analisou os comentários do papa e disse acreditar que ele está afirmando com isso que “não é seu papel interferir em soluções jurídicas para problemas complexos, que não são de competência da Igreja”.

Por Dan Martins, para o Gospel+

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Cura Gay?



O vídeo é interessante. Marco Feliciano, comenta sobre:

1) Os termos "cura gay" não existem. Foi criado pela maioria das imprensas e ativistas para fazer com que o povo pense numa coisa, sendo na verdade outra. Isso é desonestidade intelectual, declarou Marco Feliciano.

2) Uma mentira: o projeto não é do Marco Feliciano.

3) O projeto pretende revogar o parágrafo único do artigo 3º da Resolução 1/1999, do Conselho Federal de Psicologia e também o seu artigo 4º (citarei a Resolução na íntegra a seguir).

4) O projeto arranca os termos "cura das homossexualidades" que está na própria Resolução do Conselho de Psicologia (veja parágrafo único do artigo 3º da Resolução)

5) Não é o projeto que diz respeito de cura. É a própria Resolução que diz sobre cura.

6) O profissional da psicologia está impedido por Resolução citada, de prestar serviços de orientação aos seus pacientes que procuram ajuda profissional.

7) O artigo 4º da Resolução tira o direito de expressão dos psicólogos, sobre orientação comportamental em público (debater sobre o assunto).

8 )A imprensa falar que o projeto diz respeito a CURA GAY é mentirosa.

9) Diz que o uso dele (Marco) como bode expiatório fez com que o povo viesse a se unir. Ele elogia os protestantes que estão representando os brasileiros em diversas reivindicações.

10) Fala de outro projeto que impede abortos, que já está sendo apelidado de BOLSA ESTUPRO


Este tema está no Fórum Evangelho em: http://www.forumevangelho.com.br/t2883-marco-feliciano-fala-tudo-sobre-a-cura-gay-nao-existe-cura-gay  - necessário o cadastro no fórum.

Fonte: Norberto - Lista de discussão Fórum Evangelho

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Walcyr Carrasco lança obra pioneira com temática homossexual para crianças

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Mais conhecido por novelas como "O cravo e a rosa“, “Alma gêmea” e "Chocolate com pimenta“, o autor Walcyr Carrasco também é dono de extensa obra voltada para o público infantil.

Aos mais de trinta livros publicados, se juntam agora os títulos “A ararinha de bico torto”, “Pituxa, a vira-lata” e “Meus dois pais” lançados de uma vez só pela Editora Ática.

Nos três livros Walcyr fala sobre o preconceito gerado pelas diferenças e inova ao escrever pela primeira vez sobre a temática homossexual para crianças na faixa dos 8 aos 10 anos. Em "Meus dois pais", o autor conta a história de um menino que descobre que o pai é gay e os conflitos que surgem a partir disso. Para saber como foi a experiência de escrever obra tão pioneira, o EGO foi conversar com autor.

Saiba +

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Wolverine e Hércules trocam beijo em nova HQ da Marvel 107

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Depois de casar Estrela Polar e Kyle na edição 51 de "Astonishing X-Men", a Marvel lançou uma nova edição de "X-Treme X-Men" com um beijo gay de Wolverine e Hércules. A informação foi publicada pelo "Huffington Post" nesta terça (26).

A revista que mostra o romance de Wolverine, que na realidade alternativa é o general James Howlett, e Hércules, foi lançada em 15 de fevereiro, de acordo com o site especializado em quadrinhos Bleeding Cool. "X-Treme X-Men" é uma série paralela da Marvel, diferente da "Universo 616", em que Wolverine é Logan.

No trecho em que eles se beijam, o casal diz: "Nós fomos os maiores heróis de nossos mundos. E no dia em que matamos o pior monstro que ameaçou o Domínio do Canadá... Nós revelamos nosso amor".

As editoras DC e Archie também anunciaram edições com a temática, o mais recente deles foi da DC, envolvendo o noivado da Batwoman e sua namorada, a sargenta Maggie Sawyer.

As iniciativas são elogiadas pela GLAAD (Gay & Lesbian Alliance Against Defamation). "Os reconhecimentos e homenagens a comunidade gay, lésbica, transexual e bissexual são justas e abordam questões que afetam as vidas dos envolvidos."

Em conversa com o UOL, na Comic-Con de 2012, a veterana dos quadrinhos gays alternativos, Trina Robins diz que levar o assunto para o mainstream com histórias de personagens da Marvel e DC, as duas maiores editoras de quadrinhos dos EUA, "pode ajudar a combater a homofobia."

"Eu moro em San Francisco, que é bastante amigável para os gays, mas em grande parte dos estados americanos, as pessoas são muito preconceituosas", explica. "Sempre vão existir pessoas homofóbicas, mas os quadrinhos podem ajudar a entender melhor esse momento."

Obs: No site da fonte - indicada abaixo, há uma enquete para você responder sobre o que achou disso.
Fonte: UOL Entretenimento





sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Liberdade para criticar ou ensinar sobre homossexualidade?

FreePik
Um projeto de lei que garante a liberdade de expressão religiosa quanto a questões envolvendo a sexualidade está sendo analisado na Câmara dos Deputados. De acordo com a proposta, os líderes religiosos poderão ensinar a doutrina professada pela sua igreja quanto à sexualidade, de acordo com os textos sagrados.

De acordo com ex-deputado Professor Victório Galli (PMDB-MT), responsável pela proposta, o objetivo da medida é assegurar o direito constitucional de livre manifestação do pensamento. O temor é de que o projeto de lei que criminaliza a homofobia (PLC 122/06, que tramita no Senado) possa vir a prejudicar o ensino religioso de que o homossexualismo é pecado. Segundo o autor, se o PLC for aprovado, o líder religioso que ensinar que o homossexualismo é pecado correrá o risco de ser preso.

O cerceamento da liberdade de expressão durante a realização dos cultos representaria interferência indevida do poder público na atividade das igrejas, impedindo o pleno funcionamento dessas cerimônias e rituais religiosos, em ostensiva violação do mandamento constitucional”, disse Victório Galli.

Opiniões de líderes do Ceará

Para o coordenador estadual da Rede Nacional de Religiões Afro Brasileiras e Saúde (Reafro), Leno Farias, o projeto é um absurdo. “A homossexualidade é indiferente à religião. A religião não fala no sexo da pessoa. As religiões africanas acreditam em quatro sexos, por isso dão o direito de livre arbítrio, direito de ter o sexo que acha conveniente e é respeitado. É respeito”, considerou.

Já para o pastor Roberto Queiroz Gomes, a proposta dá liberdade de expressão para os líderes abordarem o que a religião prega. “Seria um paradoxo um pastor não pregar que a homossexualidade é condenável na bíblia. A gente não precisa atacar as pessoas, não concordo com pessoas que praticam qualquer tipo de violência. Cada um tem o direito de escolher o que quer, ao mesmo tempo que temos opiniões políticas e esportivas, temos direito de ter opinião religiosa. A homossexualidade fere o caráter de Deus, isso tem na bíblia. Deus ama cada pessoa, mas há um padrão moral que é a santidade, que abrange o aspecto da questão do corpo”, explicou.

O padre Clairton, da Catedral de Fortaleza, também considerou o projeto pertinente. “Ele garante a liberdade de expressão, religiosa e crença. Assim, a gente respeita a opinião do outro. Ninguém condena os homoafetivos, porque as pessoas são sagradas, mas não é o modo de ser correto. A homossexualidade é sempre algo que foge a intenção do criador”, afirmou.


Fonte: Jangadeiro OnLine

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Homossexualismo e a Bíblia

FreePik
Estava participando de uma discussão - saudável, em um forum, quando me deparei com uma indicação de um blog que inclusive indica que Jesus Cristo fez elogios a prática homossexual. E não poderia deixar de escrever a qui a minha impressão sobre o assunto.

Separei algumas partes do texto e resolvi escrever as minhas impressões para algumas questões levantadas.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Estudante que se submeteu a “cura gay” move processo contra entrada em vigor de lei que proíbe a terapia

FreePik

Recentemente o estado norte-americano da Califórnia baniu através de uma lei o tratamento de “cura gay” para menores de idade.

Porém, um estudante universitário que se submeteu ao tratamento, entrou com uma ação judicial contra o estado, alegando inconstitucionalidade da lei.

Segundo Aaron Blitzer, a proibição fere a primeira emenda da Constituição, por cercear o direito à liberdade de expressão e crença religiosa.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Culto se transforma em briga generalizada após jovem homossexual pedir ajuda em igreja

Uma igreja evangélica na cidade de Piracicaba (SP) foi palco de uma cena de tumulo e violência no último domingo. Um jovem de 18 anos entrou no templo, localizado na Rua Marilice Rodrigues da Silva Pinto, no bairro Monte Líbano, e sentou em uma das cadeiras. Pouco depois várias pessoas surgiram na frente do local, perseguindo o jovem para agredi-lo, segundo informou o pastor Júlio César Carneiro, de 38 anos.

Esse rapaz entrou na igreja, conversou com a minha esposa e sentou. Minutos depois, 30 ou 40 pessoas estavam na frente da igreja para bater nele”, contou o pastor, que completou: “Acho que o grupo aglomerado na porta percebeu ligações das pessoas para a polícia e, por isso, eles invadiram o local”.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

PLC 122 volta às discussões no Senado após tempo para sair da mídia

Muitos já haviam esquecido dela, mas depois de muita polêmica e alguns meses de “hibernação” a PLC 122, conhecida como Lei Anti-homofobia ou “Mordaça Gay”, voltou a ser assunto no Senado. As discussões sobre a aprovação do projeto retornarão na próxima terça-feira, 29, em uma audiência pública em Brasília.

O debate foi requisitado pelo Senador evangélico Magno Malta (PR-ES) que convidou para os discursos o líder católico Dom Raymundo Damasceno Assis, presidente da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil); do presidente da Frente Nacional Cristã de Ação Social e Política (Fenasp), Wilton Costa representando os evangélicos; e Ophir Cavalcante, presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

"Isso é a coisa mais tola, mais idiota que eu já vi político evangélico fazer!"



Conhecido por suas declarações fortes - como a que ilustra o título de nossa postagem, o pastor Silas Malafaia esteve em Fortaleza para o lançamento da Cruzada Vida Vitoriosa para Você.

Nós na Revista Evangélico tivemos a oportunidade de conversar com ele e abordamos temas polêmicos:omo: homossexualismo e violência nas escolas. Confira abaixo:

Pastor, nós temos o orgulho do dia do orgulho homossexual. Não está na hora da igreja criar o dia do orgulho heterossexual? 
Acho isto uma tremenda de uma besteira, de uma bobagem. Eles precisam do dia do orgulho gay, por que eles precisam de referência. Eles precisam confirmar aquilo que eles não tem convicção. Nós já temos convicção do que somos. Isso é de uma mediocridade e eu explico o porque. Porque você é heterossexual e está acabado. Nós não precisamos fazer força. Eles tem que fazer força, tem que fazer passeata, tem que fazer marcha, nós não vamos fazer isso. E aí sabe o que é que vai acontecer? Publicidade negativa. A marcha da parada gay com um monte de gente e a do hétero, ninguém por que a gente já é. Não precisamos dá essa divulgação. Isso é a coisa mais tola, mais idiota que eu já vi político evangélico fazer.