Mostrando postagens com marcador Inocência. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Inocência. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Inocência perdida?


Divulgação

No momento que vi esta foto, senti que precisa escrever algo, com certeza Deus tocou o meu coração. E a minha maior tristeza é que este texto passe desapercebido, seja ignorado por muitos e se perca no tempo, pois muitos preferem curtir e compartilhar "piadinhas bestas" do que se preocupar com algo tão tenso que é o futuro de nossas crianças. Mas que Deus seja o algoz de todos que lerem este texto. Minha parte farei.

"Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele".

 (Provérbios 22:6)

Muitos de nós nos preocupamos em dar o melhor para os nossos filhos, sobrinhos e afilhados. Esperamos que, ao crescerem, estes possam ter uma vida próspera, uma boa faculdade, um bom trabalho e um casamento feliz. Mas, assim como uma semente plantada, precisamos regar a mesma. Não devemos esperar apenas que a chuva apareça e faça a parte dela, nós precisamos agir.

Na construção de um indivíduo responsável, obediente e digno de ser chamado de "ser humano", temos o dever de ensinar aos pequeninos as boas coisas da vida. Pois como diz o provérbio citado acima: "... e ainda que for velho, não desviará dele." Mas como fazer isto? Sintonizamos as nossas Tv's em programas de humor que fazem piadas do que era para ser "santo". Ouvimos músicas que de forma direta confirmam isto - o papel de "cachorras" de nossas filhas. Depreciam a imagem da mulher, chamando-as de "cachorras", e por sua vez, estas, ao invés de se indignarem com o "fino trato" requebram nas baladas país a fora. Fazendo que os homens deixem de lado a educação, a conquista o conhecer e partam para os "finalmentes" tão rápido quanto seria mascar um chiclete e jogá-lo fora.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Que exemplo estamos dando aos nossos filhos?

Lucas Filho

Não. Não é uma postagem repetida. É a mesma situação de outra postagem que fala como nós pais podemos ser exemplo para os nossos filhos. E este exemplo ainda é pior pois acaba de vez com a inocência não só de uma criança, mas de um recém-nascido.

Mais uma vez em um shopping, minha esposa, meu filho e eu, estávamos sentados quando minha esposa me chamou a atenção para a mesa ao nosso lado. Sentadas, duas senhoras, uma criança e um bebê. E sobre a mesa, a famosa torre de chopp – que eu chamo de “torre de babel”, pois quem dela participar, depois de um tempo estará falando em línguas diferentes.

Se acompanhou a outra postagem: “Somos espelhos para as nossas crianças?”, já deve ter visto uma situação bem parecida. Mas o que parecia não ter como piorar - enquanto uma criança “se diverte”, desta vez tive náuseas por ver o que algumas pessoas podem fazer em detrimento de seu prazer.

domingo, 30 de setembro de 2012

Somos espelhos para as nossas crianças?

Lucas Filho

Eu estava sentado ali na praça de alimentação do North Shopping (Fortaleza-CE), enquanto esperava o meu filho terminar de jogar sua partida de vídeo game - mesmo sem ter crédito. Quando me deparei com uma cena que deixou um aperto no meu coração.

Sentados em uma mesa próxima, uma criança brincava de pintar o seu caderno. A sua mãe com um olhar de ternura olhava para ela. Já o seu pai, indiferente a cena, "zapiava" com os olhos de uma lado para outro. Nada de muito anormal até então. Mas achei estranho o olhar da mãe para a filha. Foi então que percebi um detalhe interessante. Sob a mesa uma torre de chopp decorava a cena que outrora me parecia bela.

O olhar de ternura então se traduziu para: "estou bêbada". Mas você pode sugerir que a "torre de babel" era do pai, mas olhando atentamente vi que o pai bebia água - como podemos ver a garrafa mais próximo a ele na foto, enquanto a mãe era que se prestava ao papel de beber.

Olhei para o meu filho brincando de ser o Homem-Aranha e pensei: "O que nós pais passamos para os nossos filhos?" Será que esta mãe não está dizendo para a filha: "Isto é normal. Beber só um pouquinho não faz mal algum." Mas será que é isto que desejamos para os nossos filhos? Passar uma normalidade que não teremos controle mais tarde?

Vocês podem até indagar que o meu filho estava jogando um jogo de violência, mas sempre que o meu filho insiste em jogar algo do tipo, primeiro conversamos sobre o que o jogo mostra e pergunto o que ele acha disso e uma de suas respostas foi: "Mas é só um jogo, de verdade machuca as pessoas".

Fui ao encontro de minha esposa mostrei a foto e contei para ela o que eu estava sentindo. Abracei o meu filho e pedi a Deus que o proteja por toda a sua vida.

E você, que exemplo está passando para o seu filho?


NOTA: O rosto da mãe foi distorcido para que a mesma não seja identificada. Não é minha intenção identificar a pessoa mas sim a atitude que vi.