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Já tinha ouvido muito falar de igrejas que fazem uso de diversas ações para atrair mais membros principalmente jovens. Entretanto, será que estas “igrejas” sabem o limite para cada uma dessas ações? Será que os membros estão por lá pelo sacrifício de Jesus Cristo, ou estão ali pela diversão que estas proporcionam? Será que uma “noite brega” com direito a músicas diversas – não gospel em sua maioria, são dignas de serem executadas em uma igreja? Será que o sacrifício de Jesus Cristo só vale uma noite caribenha?
Primeiro quero deixar claro que eu sou, orgulhosamente falando: um novo convertido! Aleluia!!! Este título – novo convertido, ainda recebeu um complemento: falso moralismo. Então, eu sou o que se pode dizer de “um novo convertido de falso moralismo.” E glorifico a Deus por isso todos os dias de minha breve vida evangélica. Ao continuar a ler este texto você vai saber como ganhei este título.
Há alguns meses atrás, passei por uma situação o tanto quanto diferente. Deixei uma de minhas sobrinhas em uma igreja evangélica localizada no bairro que ela mora. O murmuro da família de minha sobrinha era que neste dia haveria uma festa na igreja. Imaginei então em um show gospel, pois, como era para a juventude pensei em músicas da Aline Barros, Hebrom, Fernandinho e etc. Até então tudo bem, mas o que estava lá era bem diferente.
“Vamos começar a noite mais brega da Jurema. Vamos chamar agora a banda Gatinhos do Brega.”

