quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Governo Mundial Único - O AntiCristo

Talvez esta seja a mais importante postagem deste blog desde a sua criação e também a mais longa. Mesmo que você não seja evangélico e pode nem ligar para Deus, peço que por 10 minutos leia atentamente esta postagem.

Vamos começar com estes versículos bíblicos que trata do Apocalipse. O Apocalipse é um dos livros da Bíblia que fala sobre os sinais do fim dos tempos e o retorno de Jesus Cristo. POR FAVOR LEIA ATENTAMENTE sobre a "besta" ou seja, o anticristo:


Apocalipse 13:7
"Também lhe foi permitido fazer guerra aos santos e vencê-los; E DEU-SE-LHE AUTORIDADE SOBRE TODA TRIBO, E POVO, E LÍNGUA, E NAÇÃO. E adorá-la-ão todos os que habitam sobre A TERRA, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida e do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo."

Apocalipse 13: 16 e 17
"E fez que A TODOS, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, lhes fosse POSTO UM SINAL NA MÃO DIREITA, OU NA FRONTE, para que ninguém pudesse COMPRAR OU VENDER, senão aquele que tivesse O SINAL, ou O NOME da Besta, ou O NÚMERO do seu nome."
Certo, já li, e daí? Veja então que o texto fala claramente de uma pessoa/ entidade que governe o mundo como um presidente supremo. Agora veja esta notícia transcrita abaixo:


Em nota, Papa Bento XVI defende a criação de um governo mundial único. 


O Pontifício Conselho Justiça e Paz do Vaticano publicou uma nota abordando o tema da crise financeira mundial, intitulada “Para uma reforma do sistema financeiro e monetário internacional na perspectiva de uma autoridade pública de competência universal”.



Nessa nota, sob argumentos humanitários, o Vaticano propõe que todos os países do mundo avancem nos estudos de estabelecer uma autoridade mundial, para assuntos financeiros e bélicos. Segundo a nota, “ninguém, conscientemente, pode aceitar o desenvolvimento de alguns países em desvantagem de outros”. Para o Vaticano, “o caminho rumo à construção de uma família humana mais fraterna e justa e, antes ainda, de um renovado humanismo aberto à transcendência, parece ainda muito atual”.
Ressaltando a Carta encílica “Pacem in Terris”, (termo em latim que pode ser traduzido como Paz na Terra), escrita em 1963 por João XXVIII e que previa uma unificação cada vez maior do mundo, a nota afirma que desde aquela época, se reconhecia o fato de que, na comunidade humana, faltava uma correspondência entre a organização política, ‘no plano mundial, e as exigências objetivas do bem comum universal’. Por conseguinte, desejava que um dia se pudesse criar ‘uma Autoridade pública mundial”, afirma a nota.
O processo de globalização do mundo e dependência mútua cada vez maior dos países é classificada pela Igreja Católica como um fato previsto pelo Papa João XVIII em sua carta, e apoiada pelo Papa atual, Bento XVI.
Face à unificação do mundo, favorecida pelo complexo fenômeno da globalização; perante a importância de garantir, para além dos demais bens coletivos, o bem representado por um sistema econômico-financeiro mundial livre, estável e ao serviço da econômica real, hoje o ensinamento da Pacem in terris parece ainda mais vital e digno de urgente concretização. O próprio Bento XVI, no sulco traçado pela Pacem in Terris, manifestou a necessidade de constituir uma Autoridade política mundial”.
O comunicado explica os motivos, classificados pela igreja católica como humanitários, de se apoiar um governo único, proposta que é entendida por teólogos como parte do surgimento do Anticristo, previsto nas profecias do Apocalipse. O Vaticano propõe uma reflexão na luta pelo desarmamento dos países:
Pensemos, por exemplo, na paz e na segurança; no desarmamento e no controle dos armamentos; na promoção e na tutela dos direitos fundamentais do homem; no governo da economia e nas políticas de desenvolvimento; na gestão dos fluxos migratórios e na segurança alimentar; e na salvaguarda do meio ambiente. Em todos estes âmbitos, é cada vez mais evidente a crescente interdependência entre Estados e regiões do mundo, e a necessidade de respostas, não apenas setoriais e isoladas, mas sistemáticas e integradas, inspiradas pela solidariedade e pela subsidiariedade, e orientadas para o bem comum universal.
O Pastor Antônio Mesquita, do blog “Fronteira Final” entende que sob o argumento de ações humanistas, o Vaticano acaba protagonizando uma profecia bíblica sobre o assunto:
Analise a semelhança com o alerta bíblico a respeito do acordo entre o Anticristo e os judeus. O texto de 1 Tessalonicenses 5:1-5 diz: ‘Mas, irmãos, acerca dos tempos e das estações, não necessitais de que se vos escreva; Porque vós mesmos sabeis muito bem que o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão. Mas vós, irmãos, já não estais em trevas, para que aquele dia vos surpreenda como um ladrão; Porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite nem das trevas”, opina o Pastor.
Em determinado trecho da nota, o Vaticano afirma que essa “Autoridade Mundial” deve surgir de um processo em que todos os países a reconheçam e aceitem.
A autoridade supranacional deve possuir uma delineação realista e ser realizada gradualmente, com o objetivo de favorecer também a existência de sistemas monetários e financeiros eficientes e eficazes, ou seja, mercados livres e estáveis, disciplinados por um adequado quadro jurídico, funcionais para o desenvolvimento sustentável e para o progresso social de todos, inspirados nos valores da caridade na verdade”.



Veja esta outra notícia:

Moeda global única é proposta pela ONU 

A UNCTAD, Conferência da ONU para o comércio e o desenvolvimento, avalia que o sistema atual de reserva internacional é um dos principais responsáveis pela crise econômica atual. O órgão pediu esta semana uma reforma abrangente, pois seus estudos mostram que, considerando a proporção do PIB, um país como o Brasil gastou mais do que os EUA e outros países ricos em estímulos à economia.

A ONU passou a defender a criação de uma nova moeda global única, que protegeria os mercados emergentes da especulação financeira.

Enquanto existem ameaças de países ricos saírem da “zona do Euro” e uma crescente desconfiança da manutenção do dólar como principal moeda da reserva internacional.

Por sua vez, a UNCTAD lançou como uma hipótese real a criação de um tipo de banco central global (ou uma versão reformada do FMI), que emitiria uma moeda de reserva “artificial”. A ideia não é totalmente nova, uma moeda chamada “bancor” foi proposta em 1944, mas nunca obteve apoio.

“Há uma possibilidade de que os países concordem em trocar suas moedas atuais por uma nova. Esta moeda global única teria como lastro uma cesta de divisas de todos os membros”, explica o relatório da entidade.

A nova moeda auxiliaria a ajustar os desequilíbrios nos balanços de pagamento dos países, embora eles continuassem emitindo suas próprias divisas.

Certamente serão necessárias regras que determinem que os Bancos Centrais das nações intervenham no mercado de câmbio. Assim suas moedas se valorizarão ou ficarão mais baratas, dependendo do comportamento da economia global.

Para a Unctad, ao contrário de hoje, países com um grande déficit (como os Estados Unidos) e também os que possuem enormes superávit (como China e Alemanha) terão que ajustar as suas contas, não cabendo mais a responsabilidade apenas aos primeiros.

O modelo econômico atual tem uma tendência à deflação, já que os países deficitários são obrigados a reduzir as suas compras no exterior quando não conseguem mais financiamento. Enquanto isso, os superavitários não precisam aumentar as importações. Portanto, essa demanda menor reduz o preço dos produtos.
Substituir o dólar com a moeda forte resolveria alguns dos problemas relacionados com o potencial dos países com grandes déficits e ajudaria a estabilidade...” explicou Detlef Kotte, um dos autores do relatório.
"Mas também vamos precisar de um sistema de taxas de câmbio administradas. Os países devem manter estáveis suas taxas de câmbio reais [ajustadas pela inflação]. Bancos centrais teriam de intervir, mas poderiam ser instruídos por uma instituição multilateral, como o Fundo Monetário Internacional.

Embora muitos economistas tenham afirmado que a economia mundial precisa de uma correção imediata, nenhuma instituição importante, incluindo o G20 , ofereceu alternativas viáveis.

Embora vários países, incluindo China e Rússia, já tenham sugerido substituir o dólar como moeda de reserva mundial, esta é a primeira vez que uma grande instituição multinacional apoia a sugestão. Em 2009, o G8, grupo dos países mais ricos do mundo, já havia proposto a implementação de uma moeda global unificada, masque não teve o apoio necessário, pois a zona do Euro ainda não dava sinais de tanta fraqueza.

A moeda era chamada de “dinheiro do futuro” e contava com o lema “unidade na diversidade” e cinco estrelas que representariam os cinco continentes; as folhas do outro lado representariam supostamente a árvore da vida. Mais informações sobre esse sistema financeiro pode ser vista na guia “manifesto” do site nos artigos 1 e 2:

“ART. 1- “Unidade na diversidade” é o alicerce que move esta iniciativa, que começou em 1996. (..) Sua importância histórica é ainda maior do que a sua economia, é uma meta que se baseia na fé, esperança e a unificação das raízes culturais e espirituais.”

Ano passado, o papa Bento 16 sugeriu em um discurso a criação não só de uma moeda única, mas também de um governo único, cuja função seria segundo a encíclica Caritas en Veritatis: “(…) realizar um oportuno e integral desarmamento, a segurança alimentar e a paz, para garantir a salvaguarda do ambiente e para regulamentar os fluxos migratórios urge a presença de uma verdadeira Autoridade política mundial”.

Caso não tenha entendido o que foi escrito aqui, leia novamente. E acima de tudo ore a Deus e peça que Ele lhe mostre o que isto representa. Se ainda não entender, entre em contato.

Fontes:
http://noticiario-evangelico.blogspot.com/2011/11/papa-defende-criacao-do-governo-mundial.html
http://noticiario-evangelico.blogspot.com/2011/11/moeda-global-unica-e-proposta-pela-onu.html

5 comentários:

  1. Eu não concordo com essa união mundial. Cada povo com seus habitantes, com seus hábitos, com suas diferenças deve ser liderado por alguém que conhece de perto cada povo e não por um líder mundial, que poderá fazer mal a muitas pessoas. Mais uma vez temos uma prova que a Bíblia é um livro sagrado, que rege tudo que acontecerá com a gente.
    Espero que não tenhamos essa autoridade mundial!

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    1. Olá Ernandes,

      Concordo com você. O mais impressionante é que, se comentarmos com alguém que não conhece as escrituras, irá até apoiar isto. Temos que ficar de olhos e "joelhos" bem atentos.

      Obrigado por participar.

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  2. A palavra de Deus é clara e nos diz que essas coisas vão acontecer, nós (servos da justiça) querendo ou não.
    Oremos para que prevaleça a nossa fé até o fim.
    Deus nos abençoe.

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  3. Todo o ser humano, qualquer que seja a sua opção religiosa, é convidado a dar atenção às Profecias Bíblicas, conforme está escrito na II Epístola do Apóstolo Pedro, cap. 3, vers. 19:
    "Temos mui firme a palavra dos profetas, à qual bem fazemos em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro, até que o dia esclareça, e a Estrela da Alva apareça nos nossos corações".
    No livro Testemunhos Seletos Vol. II, pág. 410 e 411, pode ler-se: "O tempo é breve. Acham-se sobre nós os perigos dos derradeiros dias, e cumpre-nos vigiar e orar, e estudar e dar ouvidos às lições contidas nos livros de Daniel e Apocalipse".

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  4. Cada vez mais me convenço da verdade contida na palavra de Deus, sei que é inevitável que isso aconteça; é profético, temos que orar e jejuar muito, limpar o coração, fazer a vontade de Deus, para ser arrebatado e não sofrer as consequências desta nova ordem!

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